segunda-feira, fevereiro 06, 2006

O FUTURO PREDITO! (PARTE 2)


Como no caso da guerra e da fome, a gravidade e a incidência de pestes, ou seja, epidemias, atualmente é alarmante.
Há menos de 20 anos, a profissão médica clamou a vitória sobre diversas bactérias e vírus mortais. Em 1979, William Stewart, o Diretor Nacional de Saúde nos EUA, declarou que era hora de "dar por encerradas as doenças infecciosas."
Já recentemente, em 1983, um livro médico declarava que as doenças infecciosas "eram mais facilmente evitadas e curadas" do que qualquer outro grupo de doenças.
Mas em vez de desaparecerem, os casos de doenças infecciosas aumentaram vertiginosamente na década de 90. O Dr. Sherwin Nuland, no seu best-seller How We Die, afirma com pesar que "o suposto triunfo da medicina sobre doenças infecciosas tornou-se uma ilusão."
Médicos agora advertem que o ressurgimento de variadas bactérias resistentes às drogas modernas poderá ser mais mortal do que a AIDS. A AP informa:
Peritos advertem que o surgimento de variedades de bactérias que não podem ser destruídas pelo arsenal contemporâneo de antibióticos poderá se tornar um problema para a saúde pública pior do que a AIDS.
Doenças consideradas vencidas, como tuberculose, pneumonia, meningite e infecções por estafilococos, estão se tornando incontroláveis. Bactérias comuns que causam de tudo, desde infecções de ouvido em criancinhas à pneumonia, poderão se tornar "super germes" resistentes à vancomicina e outras drogas.
Cientistas esperam "nada mais nada menos do que uma catástrofe médica", advertiu o Dr. Alexander Tomasz da Universidade Rockefeller na cidade de Nova Iorque em 1994, numa reunião da American Association for the Advancement of Science.
Antibióticos: o tiro que saiu pela culatra
Qual a razão desta súbita reaparição de doenças outrora consideradas em fase de extinção ou praticamente eliminadas? Ironicamente, os peritos afirmam que o responsável pelas novas variedades de super bactérias é o uso indiscriminado de medicamentos destinados a destruí-las.
Críticos reclamam de uma "abordagem B-52" entre alguns médicos que bombardeiam seus pacientes com uma porção de antibióticos para vários males, muitas vezes sem saberem ao certo qual é o problema da pessoa. Os peritos também suspeitam que o amplo uso de antibióticos em rações para animais contribui para a resistência às drogas.
Vírus assassinos
A comunidade médica agora avisa que as pestes bacterianas não só estão aumentando, mas que vírus assassinos como o da AIDS e da ébola também ocorrem com mais freqüência do que nunca.
Segundo os peritos, os vírus da AIDS e da ébola podem servir apenas para advertir que muitos outros vírus assassinos poderão subitamente se alastrar por entre a população humana, como resultado de mutação genética ou alterações sociais que favoreçam a doença.
"Nós provavelmente estamos vendo apenas a ponta do iceberg na questão do número de vírus que pode existir nos seres humanos", declarou o Dr. Morse, um perito em ébola. Richard Courtney, da Universidade do Estado da Pennsylvania, disse que recentemente as "doenças viróticas estão se tornando cada vez mais freqüentes, não menos."
A explosão da AIDS
A AIDS continua assolando o planeta, e os dados são alarmantes. A UNAIDS, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, nas suas estimativas de final de ano em dezembro de 1996, declarou que 3 milhões e 100 mil pessoas foram infectadas com o HIV naquele ano. 1 milhão e meio de pessoas morreram de AIDS em 1996, aumentando o total de mortes relacionadas à AIDS para 6 milhões e 400 mil. Até a data, mais de 24 milhões de pessoas estão vivendo com HIV/AIDS, o que significa que muito mais do que 30 milhões de pessoas foram infectadas desde que a doença foi descoberta em 1981.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que "ao redor do mundo mais de 6 mil pessoas são infectadas diariamente com o HIV, e que a epidemia aumenta. A transmissão heterossexual agora é responsável por mais ou menos 75% de todas as infecções de HIV." Christopher Powell, porta-voz da OMS, previu que o número de pessoas soropositivas chegará a 40 milhões até o ano 2.000.
À parte das pestes mencionadas acima, existe, é claro, o câncer, que é considerado não infeccioso. Cientistas estimam que 80 por cento dos cânceres são causados por fatores ambientais, tais como fumaça de cigarro (quer ingerida ativa ou passivamente) e a ingestão de químicos prejudiciais nos nossos alimentos modernos. Praticamente desconhecido por nossos ancestrais, hoje existe mais de 100 tipos de câncer que matam mais de 6 milhões de pessoas por ano. O aumento extraordinário do fatal câncer de pele, o melanoma, é atribuído à diminuição da camada de ozônio na Terra, que bloqueia grande parte dos raios ultravioletas do Sol.
Jesus disse que o tempo que precederia a Sua volta seria marcado por uma grande quantidade de epidemias e doenças. Mesmo que essas coisas se tornem cada vez maiores nos dias por vir, a Bíblia também nos diz que Deus pode proteger e até mesmo curar aqueles que confiarem nEle. "Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. … Mas para vós, que temeis o Meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo salvação debaixo das Suas asas" (Salmo 91:10; Malaquias 4:2).

CONTINUA...

3 Comments:

At 11:00 AM, Blogger silvio said...

todos quantos não conhecem a Jesus se desesperam pq não sabem doque ELE é capaz, creio que todas essas coisas acontecem:
para que se cumprem as profecias
para que quando curados, a gloria volte para ELE
e que no final todos posam entender quem e o DEUS RAFA.
GOOOOOOOOORIIIIIA Deussss.

 
At 11:00 AM, Blogger silvio said...

todos quantos não conhecem a Jesus se desesperam pq não sabem doque ELE é capaz, creio que todas essas coisas acontecem:
para que se cumprem as profecias
para que quando curados, a gloria volte para ELE
e que no final todos posam entender quem e o DEUS RAFA.
GOOOOOOOOORIIIIIA Deussss.

 
At 11:48 AM, Blogger Jaime said...

Gilmar a paz

Abençoados textos.

Em relação ao contador mais tarde te enviarei as dicas.

Abraços

 

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